falámos de amor. não propriamente da existência dele nas nossas vidas, mas de uma lacuna grave por preencher. falei-lhe do meu conformismo quando começou a namorar, da preparação psicológica e do facto de não o ver todos os dias: foi fácil canalizar o meu amor no sentido da amizade. contudo, concluí que apesar desse amor dele não me fazer falta, ou melhor dizendo, apesar desse amor meu por ele não me fazer falta, faz-me falta um amor por alguém. é que o amor tem essa capacidade: move as nossas vidas, torna-as interessantes e reais.
e a ele também lhe faz falta um amor.
comprem cães.
ResponderEliminarjá temos.
ResponderEliminaralém disso um cão não move uma vida, não lhe dá um sentido. a menos que, caro anónimo, a ti dê...
ResponderEliminarcomo sou uma romântica incurável, adorei este post. :) (odeio-te. por tua causa em vez de estudar estou viciada nesta bodega -.-)
ResponderEliminarISTO NÃO É UMA BODEGA! É ARTE!
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